:: O Natal e os pássaros ::



"E darás à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados."
Mateus 1:21
Deus fala o tempo todo. Os atentos ouvem. Os observadores veem. Mas há aqueles - e são muitos - que, mesmo ouvindo, não entendem; mesmo vendo, não enxergam. São os surdos portadores da pior surdez: a que não quer ouvir. São os cegos que carregam consigo a pior cegueira: a que se nega a ver.

A nossa civilização nos ensinou a dar valor apenas àquilo que nossos olhos podem ver. Nos acostumamos a ter como verdadeiro apenas aquilo que nossas mãos podem tocar. Como se uma simples centelha do material pudesse encobrir o incandescente fogo do espiritual. Como se a luz transitória do visível fosse capaz de ofuscar o brilho eterno do invísivel. Não é à toa que, no mundo em que vivemos, Deus anda muito esquecido por nós.

Não façamos de mais um Natal uma mera troca de presentes. Nem achemos que o Natal é uma época em que as pessoas estão mais amorosas por causa do "espírito natalino". O Natal é muito mais que isso.

Que, neste Natal, possamos dar mais valor àquilo que os nossos olhos não podem ver. Que resgatemos em nossos corações a verdadeira essência do Natal: Jesus Cristo nasceu para morrer por cada um de nós e, assim, nos reconciliar com Deus e nos dar a vida eterna.

Não deixe de ler a história de Natal abaixo. É de autoria desconhecida, e muito pouco difundida. Contudo, revela de forma simples e profunda uma das maiores verdades sobre o Natal.

Feliz Natal e um 2013 cheio das boas surpresas vindas daquele que amou o mundo de tal maneira que deu o seu único Filho, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

Obrigado por todos que acompanham assiduamente o Blog,

Fernando Khoury

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Certo homem, chamado Mogo, costumava olhar o Natal como uma festa sem o menor sentido.

Segundo ele, a noite de 24 de dezembro era a mais triste do ano, porque muitas pessoas se davam conta de quão solitárias eram, ou sentiam muito a ausência da pessoa querida que não esteve presente durante o ano.

Mogo era um homem bom.

Tinha uma família, procurava ajudar o próximo, e era honesto nos negócios.

Entretanto, não podia admitir que as pessoas fossem ingênuas a ponto de acreditar que um Deus havia descido à Terra para consolar e salvar os homens. Mogo não conseguia acreditar em Jesus.

Sendo uma pessoa de princípios, não tinha medo de dizer a todos que o Natal, além de ser mais triste que alegre, também estava baseado numa história irreal.

- Um Deus se transformando em homem.

Como sempre, na véspera da celebração do nascimento de Cristo, sua esposa e seus filhos se prepararam para ir à igreja.

E, como de costume, Mogo resolveu deixá-los ir sozinhos, dizendo:
- Seria hipócrita da minha parte acompanhá-los.

Estarei aqui esperando a volta de vocês.

Quando a família saiu, Mogo sentou-se em sua cadeira preferida, acendeu a lareira, e começou a ler os jornais daquele dia.

Entretanto, logo foi distraído por um barulho na sua janela, seguido de outro… e mais outro.

Achando que era alguém jogando bolas de neve, Mogo pegou o casaco para sair, na esperança de dar um susto no intruso.

Assim que abriu a porta, notou um bando de pássaros que haviam perdido seu rumo por causa de uma tempestade, e agora tremiam na neve.

Como tinham notado a casa aquecida, tentaram entrar, mas, ao se chocarem contra o vidro, machucaram suas asas, e só poderiam voar de novo quando elas estivessem curadas.

“Não posso deixar essas criaturas aqui fora”, pensou Mogo. “Como ajuda-las?”

Mogo foi até a porta de sua garagem, abriu-a e acendeu a luz.

Os pássaros, porém, não se moveram.

“Elas estão com medo”, pensou Mogo.

Então, entrou na casa, pegou alguns miolos de pão, e fez uma trilha até a garagem aquecida.

Mas a estratégia não deu resultado.

Mogo abriu os braços, tentou conduzi-los com gritos carinhosos, empurrou delicadamente um e outro, mas os pássaros ficaram mais nervosos ainda – começaram a se debater, andando sem direção pela neve e gastando inutilmente o pouco de força que ainda possuíam.

Mogo já não sabia o que fazer.

- Vocês devem estar me achando uma criatura aterradora - Disse, em voz alta.
- Será que não entendem que podem confiar em mim?

Desesperado, gritou:
- Se eu tivesse, neste momento, uma chance de me transformar em pássaro só por alguns minutos, para conseguir me comunicar com vocês, vocês veriam que eu estou realmente querendo salvá-los!

Neste momento, o sino da igreja tocou, anunciando a meia-noite.

Um dos pássaros transformou-se em anjo, e perguntou a Mogo:
- Agora você entende Mogo, por que Deus precisava transformar-se em ser humano, na pessoa de Jesus de Nazaré?
:: Estagiários da Cruz ::




“O amor de Cristo nos constrange, porque estamos convencidos de que um morreu por todos; logo, todos morreram. E ele morreu por todos para que aqueles que vivem já não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou".

2 Coríntios 5.14-15

“Então o anjo me mostrou o rio da água da vida que, claro como cristal, fluía do trono de Deus e do Cordeiro, no meio da rua principal da cidade. De cada lado do rio estava a árvore da vida, que frutifica doze vezes por ano, uma por mês. As folhas da árvore servem para a cura das nações. Já não haverá maldição nenhuma. O trono de Deus e do Cordeiro estará na cidade, e os seus servos o servirão. Eles verão a sua face, e o seu nome estará em suas testas. Não haverá mais noite. Eles não precisarão de luz de candeia, nem da luz do sol, pois o Senhor Deus os iluminará; e eles reinarão para todo o sempre”.
Apocalipse 22.1-5
 

Um dia já fui estudante de Direito. O estágio durava de quatro a seis horas. Tinha hora pra começar e pra terminar. Nele, aprendia a cuidar das palavras e a formular teses que fossem aptas a conquistar o convencimento do juiz. As vidas das pessoas – que se escondiam atrás da frieza das inúmeras pilhas e folhas de processos – eram apenas um aspecto acessório, secundário. Meu trato era com papeis. O profissionalismo me ensinou, como exige o mercado, a me fazer cego para as lágrimas e surdo para a dor. Minha resposta para o sofrimento era a insensibilidade e a indiferença.

Hoje estudo a Bíblia e os ensinamentos de Cristo. O estágio de um seminarista é a própria vida. Não tem hora pra começar, nem pra terminar. Nele, estou aprendendo a cuidar das pessoas e a aplicar ao coração delas as palavras de amor, vida eterna e paz do Supremo e Gracioso Juiz. As vidas das pessoas – que continuamente se escondem atrás de seus medos, traumas e pecados – são tudo que importa. Meu trato é com vidas, pois lágrimas não nascem para ser desprezadas. Jesus está me ensinando, como só pode ensinar o Amor, a ouvir onde só há silêncio e a enxergar onde há apenas escuridão. Minha resposta para o sofrimento das pessoas é Jesus: em mim, através de mim, para o próximo.

Esperança de uma nova vida é a semente que Jesus lança e cultiva no coração de todo aquele que se abre ao Seu chamado. É preciso nascer de novo, de um jeito novo, com um coração novo. Porque onde não há fé não há horizonte.
 

Por Fernando Khoury

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